terça-feira, 19 de julho de 2011

Cidade dos duendes

A Irlanda é o último reduto do mundo celta na Europa. Por isso, paira na capital Dublin uma aura mágica e de fantasias. Isso porque os celtas eram um povo bastante religioso e cheio de crendices. Viviam em um santuário quase que na foz do rio Liffey, o principal da cidade. Eles realmente acreditavam e cultuavam duendes e fadas como alguns de seus vários deuses. Essas lendas da Antiguidade passaram de pai para filho por várias gerações, evocando até hoje mistérios de uma cultura digna de história de ficção.
Nos contos medievais irlandeses do século 14, por, nasceu o Leprechaun, um anãozinho sapateiro que esconde um pote de ouro. As fadas também fazem parte da mitologia de origem celta. Estão ligadas ao amor e como protetoras da natureza. Aliás, o que não falta lá é verde. Tanto é que das florestas da região saiu mais um símbolo da crença celta: o trevo- de-quatro-folhas, transformado em amuleto por magos da era antes de Cristo.
Diz a lenda que cada uma das folhas significa esperança, fé, amor e sorte. Para os celtas, o trevo era usado como elixir de cura e saúde e estava associado a Airmid, a deusa da medicina. Depois da cristianização da Irlanda, o trevo passou a representar a boa sorte e a prosperidade.
De certa maneira, todo o rico folclore celta realizava um papel de fé que a religião ocupou nos séculos seguintes. Com o avanço do cristianismo pelo Velho Continente, as pequenas criaturas mitológicas foram desmistificadas, perdendo devotos e espaço na mente humana.
Mesmo assim, as crenças milenares não desapareceram por completo. Quem visita Dublin volta com uma pulguinha atrás da orelha sobre o paralelo mundo sobrenatural de fadas e duendes. E até hoje há quem acredite e fique enfeitiçado com este vasto mundo de possibilidade.

Adaptado por Lord Yunenc.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Doxi

Muitas vezes esta pequena criatura é confundida com uma fada verdadeira , embora seja uma espécie bem diferente. Como a fada, ela tem uma forma humana minúscula, mas é coberta de pêlos espessos e dotada de dois pares de pernas e braços. As asas da fada mordente ( são grossas, curvas e brilhantes, muito semelhantes às de um besouro. Elas são encontradas em todo o norte da Europa e América, preferindo climas frios. Põem até quinhentos ovos de cada vez e os enterram. Os filhotes nascem entre duas e três semanas depois.
As fadas mordentes possuem fileiras duplas de dentes afiados e venenosos. É preciso tomar um antídoto quando se é mordido.

OBS: elas são carnívoras e muitas vezes estão em grupo.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Golens



Durante minha busca por conhecimento magico me deparo com mais uma maravilha magica este é um golem, direi o que ele é :
Golem - é um ser artificial mítico, associado à tradição mística do judaísmo, particularmente à cabala, que pode ser trazido à vida através de um processo mágico.
O golem é uma possível inspiração para outros seres criados artificialmente, tal como o homunculus na alquimia e o moderno Frankenstein.
No folclore judaico, o golem (גולם) é um ser animado que é feito de material inanimado, muitas vezes visto como um gigante de pedra. O nome é uma derivação da palavra gelem (גלם), que significa "matéria-prima".
Ter um golem como servo era considerado como o mais elevado símbolo de sabedoria e santidade, e existem muitos contos de golems ligados a proeminentes rabinos através da Idade Média.
Outros atributos dos golems foram sendo adicionados através dos tempos. Em vários contos, o golem tem escritas palavras mágicas ou religiosas que o tornam animado. Escrever um dos Nomes de Deus na sua testa, num papel colado em sua frente ou numa placa de argila embaixo de sua língua, ou ainda escrever a palavra Emet (אמת, "verdade" em hebraico) na sua testa, são exemplos de algumas dessas fórmulas de animação do golem. Ao apagar a primeira letra de Emet (da direita para a esquerda, dado que é assim escrito o hebraico), formando Met (מת, "morto" em hebraico), o golem era desfeito.

Reino dos gigantes de gelo

Após muito tempo sem noticias, retorno de uma viagem por este vasto mundo que contemplamos em busca de novas historias, assim apresento-lhes mais um reino deste mundo magico, o reino dos gigantes de gelo.
Em tempos remotos, ainda quando o Grande Rei consolidava seus domínios, foram erguidas torres de vigilância sobre os picos nevados que formavam o limite norte de seu reino. Essas torres, altas e negras, feitas de puro granito, contrastavam com o branco da neve e avisavam aos incautos que ali começavam o reino de um grande senhor. Anos após a sua queda do Grande Rei os Gigantes do gelo ocuparam estas ruínas, transformando-as em um verdadeiro reino. Em verdade, as ruínas serviram para que estes grandes seres se abrigassem e se proliferassem. Ocuparam as torres que ainda permaneciam de pé, sete ao todo, bem como o palacete que devia ser destinado a receber nobres do exterior. Nada foi realmente acrescentado na arquitetura castigada pelo tempo, porém esses Gingantes conseguiram desenvolver em torno delas uma primitiva forma de hierarquia. Quem domina o salão central do palacete, domina o “reino”, bem como quem domina as demais torres negras – ou salões, como as chamam – têm ascendência sobre os seus.

domingo, 5 de junho de 2011

Drows.

Parente dos Elfos que ainda hoje habitam a superfície (e com quem conviveram a muito tempo), os Drows são crituras temíveis que habitam os subterrâneos. Têm a pele escura e cabelos brancos, sendo por essa razão também conhecidos como Elfos Negros.

Existe um ódio mortal entre Drows e os elfos da superfície, que vem desde quando os Elfos ainda viviam como um único povo. Entre os grupos que se dividiram (e tentavam impor seu modo de pensar sobre todos os outros) estavam aqueles que cuja cobiça por poder era sem limites.
Sua ambição levou-os a se unir à Lolth, a Rainha Aranha; e passaram a lidar com as formas mais negras e profanas da magia. Rompendo seus últimos vínculos com seu povo, esses elfos vieram a chamar a si mesmos de Drow.
Os outros elfos, bucando abrir os olhos de seus companheiros para a gravidade de sua escolha, eram agora vistos como uma ameaça que deveria ser eliminada a qualquer custo. Os Drows então atacaram e invadiram as cidades élficas, matando seus habitantes sem perdão. Como única alternativa, os outros elfos se uniram para contra-atacar. Teve inicio a guerra mais longa e violenta da história élfica. Irmãos e amigos matavam uns aos outros.
Os elfos lutaram e resistiram, mas não puderam impedir que as sombras negras da catástrofe pairassem sobre seu povo. Os Drows conquistavam muitas cidades élficas; a vitória de Lolth e seus seguidores era apenas questão de tempo. Foi quando os Deuses interferiram. Corellon Larethian e os outros Seldarine (os deuses criadores dos Elfos) lutaram bravamente pelo seu povo. A batalha divina culminou com um duelo entre Corellon e a própria Lolth, em uma batalha que se tornou lendária. Corellon venceu, forçando Lolth a se refugiar nas profundezas da terra.
Mesmo derrotados, os Drows preferiram seguir com sua deusa a permanecer entre aqueles que desejavam impedi-los de alcançar seu objetivo. Furioso com essa traição, Corellon Larethian os amaldiçoou, fazendo sua maldade ficar para sempre marcada em suas faces; dali por diante teriam pele negra e cabelos brancos.
Não há raça mais traiçoeira, em suas relações, que os Drows (inclusive entre eles próprios). Às vezes pode ser selado um pacto de ganho mútuo, mas é certo que uma traição quebrará o trato assim que este não for mais vantajoso para o Drow. Muitos aprenderam a ser cuidadosos ao lidar um Drow; e sabem que devem estar preparados pra tudo.
Os Drows não são assasinos descontrolados; eles possuem um enorme senso de sobrevivência e, embora interessados em ascendência pessoal, costumam estar sempre em grupo, mesmo na superfície, onde a lealdade existe.
A maior desvantagem dos Drows, é sua vulnerabilidade à luz brilhante. Eles ficam cegos quando expostos a qualquer luz mais forte que uma tocha ou magias de Luz Contínua (incluindo a luz do dia).
Quando um Drow permanece mais de duas semanas fora dos subterrâneos, suas vantagens especiais desaparecem aos poucos (uma por dia). Primeiro somem os poderes maiores, por último os mais fracos. Sua resistência mágica também cai. Todos os poderes podem ser recuperados quando o Drow retorna para os subterrâneos e ali permanece durante um dia para cada semana em que esteve fora.