quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Unicornio

A Lenda

O lenda do Unicórnio é muito antiga e está presente em todo o mundo. Teve grande popularidade na Europa e China.

A palavra Unicórnio vem das palavras do latim: "unus", que significa um e "cornu", que significa chifre.(kkkkkkkkkk)

Símbolo da pureza, esperança, amor, majestade, poder, honestidade, liberdade e de tudo que há de bom no ser humano. Sua descrição varia muito de cultura para cultura, mas a descrição mais usada é de que ele seria na cor branca, com cauda de leão, corpo de cavalo, pernas de antílope, com 1 chifre em espiral na testa, barba de cabra e olhos azuis.

O Unicórnio na Bíblia

O Unicórnio é mencionado na bíblia [Salmo 22:21], [Salmo 29:6] e [Salmo 92:10]. Alguns acreditam que tenha sido mencionado na bíblia erroneamente, resultado da má tradução do hebraico, por este motivo, muitas bíblias são encontradas modificadas utilizado palavras como "boi selvagem" no lugar.

Hábitos

O Unicórnio é um ser selvagem e domesticável apenas por uma donzela de coração puro. É rápido, forte e habita jardins sem lugar específico. Seus alimentos favoritos são frutas, grãos maduros, água corrente e folhas tenras de árvores. A duração do Unicórnio na Terra é muito maior que o do Homem.

O Chifre

É um talismã de grande poder e virtude e só pode ser ativado através do Unicórnio. Sua luz diminuirá até se extinguir quando nas mãos de outro. No Chifre reside toda a história e pensamentos do Unicórnio. Muitos acreditam que ele tem poder de cura e que é ser um antídoto para veneno. A forma dele é em espiral: os dois meios, ou flautas, são unidos um ao outro. Em horas de perigo ou de concentração prolongada o Chifre pode apresentar brilho ou esplendor suave. Segundo a crença popular, para a proteção do unicórnio, não podemos ver seu chifre, com isso, o Unicórnio é confundido com um simples cavalo.

terça-feira, 10 de abril de 2012

Phoenix e citações de outros animais mitológicos na Historia



A mais antiga referência a ave mitológica Fênix, vem de textos antigos que datam de mais de quatro mil anos. Os Textos das Pirâmides, que se constituem os mais antigos textos do Egito, gravados nas paredes internas das pirâmides da 5ª e 6ª dinastias (2400-2200 aprox.) fazem alusão a ave mitológica Fênix, chamada de "Benou":
"Ó Atum-Khepri, culminaste no montículo, tu te ergueste como a betila no palácio da Fênix, em Heliópolis".
Nesse trecho, há um jogo de palavras entre betila (ben-ben) e Fênix (benou). A betila era uma pedra sagrada de forma piramidal que simboliza o montículo primordial que emergiu das águas do caos na criação do mundo. A Fênix, desse modo, estaria relacionada não somente à criação do universo, mas também a água, segundo os antigos egípcios. Tal associação deve-se às enchentes do rio Nilo, que eram símbolo do caos primordial e da criação. Por isso, a ave, que recebia o nome do Benou, se relacionava elementos que o vinculavam à regeneração e a vida e, por conseguinte, à Ressurreição.
Para os egípcios, a alma dos mortos abandonava o corpo e aguardava o dia de sua ressurreição. Mas para isso, eram necessário que se realizassem determinados ritos e cerimônias, para que o defunto alcançasse a natureza do Fênix e renascesse para uma nova vida.
Por outro lado, a associação dessa ave ao Sol era inegável. A cidade egípcia de "Juno" (também chamada de "Om" pela Bíblia) foi chamada pelos gregos de "Heliópolis", que significa "cidade do Sol", pelo fato de que nessa cidade eram erigidos monumentos era honrar o deus-sol Rá e outros cultos solares. Por esse motivo, o elemento fogo se tornou tão característico dessa ave.
Praticamente todos os comentaristas gregos e latinos que fizeram alusão a Fênix, jamais deixaram de acrescentar que esta ave, ou pelo menos sua mitologia, procedia do Egito e, mais especificamente, do templo que estava situado em Heliópolis. De fato, essa tradição foi transmitida a partir dos egípcios aos gregos e daí ao mundo latino.
Contrabalanceando as inúmeras referências a essa ave com seu caráter tipicamente mitológico, não se pode determinar ao certo se essa ave é inteiramente mitológica ou se esse mito possui algum fundo factual[2]. O fato é que a lenda dessa ave rapidamente chamou a atenção de outros povos, inclusive dos gregos, incluindo nessa lista historiadores.
O historiador grego Heródoto, por exemplo, não deixa de ficar fascinado pelas notícias sobre essa ave que ele mesmo tivera em suas viagens, a descrevendo da seguinte forma:
Existe outro pássaro sagrado, também, cujo nome é fénix. Eu mesmo nunca o vi, apenas figuras dele. O pássaro raramente vem ao Egito, uma vez a cada cinco séculos, como diz o povo de Heliópolis. É dito que a fénix vem quando seu pai morre. Se o retrato mostra verdadeiramente seu tamanho e aparência, sua plumagem é em parte dourado e em parte vermelho. É parecido com uma águia em sua forma e tamanho. O que dizem que este pássaro é capaz de fazer é incrível para mim. Voa da Árabia para o templo de Hélio (o Sol), dizem, ele encerra seu pai em um ovo de mirra e enterra-o no templo de Hélio. Isto é como dizem: primeiramente molda um ovo de mirra tão pesado quanto pode carregar, então abre cavidades no ovo e coloca os restos de seu pai nele, selando o ovo. E dizem, ele encerra o ovo no templo do Sol no Egito. Isto é o que se diz que este pássaro faz.

Esse relato de Heródoto deixa clara a natureza originalmente oral do que se sabia e que se entendia pela Fênix. Eram histórias passadas de boca a boca e transmitidas por ser uma lenda maravilhosa e admirável.Também deixa clara a exitação desse historiador ao confirmar essa lenda como certa. No entanto, a mitologia clássica, a ave Fênix era considerada como algo mais que um mito poético ou uma ingênua lenda inventada e aperfeiçoada pelo imaginário popular; o imaginário da Fênix e toda sua mitologia estavam arraigados no subconsciente coletivo, rompendo as fronteiras geográficas e tornando-se um mito universal nascido do vetor mais de uma tradição egípcia, mas que também possui manifestações de incrível similitude na Índia e China.
Tacido, historiador romano, por exemplo, mesmo admitindo a existência de elementos fabulosos nas histórias sobre a Fênix lenda, endossa o caráter "histórico" dessa lenda:
No consulado de Paulo Fábio e L. Vitélio, depois de um longo decurso de anos, apareceu no Egito a fênix, maravilha que foi matéria para doutas dissertações dos naturais e dos Gregos da época. Sobre alguns pontos são todos acordes, sobre outros falam com incerteza, como vou contar, pois vale a pena saber. Essa ave é consagrada ao sol, e pela forma e natureza das plumas é diferente de qualquer outras: nisto concordam os que a descreveram; mas a respeito do período de ano de seu reaparecimento variam as opiniões. Ficam geralmente o ciclo de quinhentos anos, e alguns pretendem que seja de mil quinhentos e sessenta e um, pois que as primeiras foram vistas nos reinados de Sesósides, de Amásis e mais tarde no de Ptolomeu, terceiro dos reis macedônios, tendo elas voado para a cidade de Heliópolis, com grande acompanhamento de aves, admiradas de sua estranha figura. Não há certeza, porém nos fatos da antiguidade: entre Ptolomeu e Tibério, decorreram menos de duzentos e cinqüenta anos; e por isso alguns pensaram que não era esta a verdadeira fênix, nem procedente da Arábia, nem semelhante às de que rezam as antigas memórias. Portanto, conforme a tradição, quando, completo o número de anos, se avizinha a morte, a fênix faz em sua terra um ninho, que ela fecunda, e donde nascerá um filhote. Apenas cresce este, seu primeiro cuidado é sepultar o pai. Não o faz, porém, de qualquer maneira, mas, tomando certa quantidade de mirra e experimentando suas forças, quando se acha capaz de com o peso vencer a viagem, carrega o corpo do pai para o altar do sol e ali o queima. Tudo isto, entretanto, incerto e aumentado de fábulas, mas não se duvida de que às vezes esta ave é vista no Egito.
A Fênix é descrita por muitos autores clássicos com uma incrível precisão, ainda que as descrições não sejam completamente coincidentes. Entretanto, uma série de características são comuns. Praticamente todos coincidem, por exemplo, nos brilhos desprendidos pelo corpo da ave e sua plumagem, que admitem ser da cor de ouro avermelhado.
Apesar da nítida associação existente entre a Fênix e a cidade de Heliopolis, os autores antigos sabiam que esta ave não procedia do Egito, e jamais entraram em acordo sobre verdadeira morada deste ave. Para Tácito e Heródoto, seu lugar de residência é a Arábia; os poetas Ovídio e Marcial a situam em Assíria. Arístides e Ausonio, por outro lado, afirmam ser essa ave procedente da Índia.
Apolônio de Tiana, na narrativa de Filós trato, relaciona o mito da ave Fênix aos hindus da seguinte forma:
E a fénix, ele disse, é o pássaro que visita o Egito a cada cinco séculos, mas no resto do tempo ela voa até a Índia; e lá podem ser visto os raios de luz solar que brilham como ouro, em tamanho e aparência assemelha-se a uma águia; e senta-se em um ninho; que é feito por ele nas primaveras do Nilo. A história do Aigyptos sobre ele é testificada pelos indianos também, mas os últimos adicionam um toque a história, que a fénix enquanto é consumida pelo fogo em seu ninho canta canções de funeral para si.
De acordo com autores latinos, a Fênix está associada a uma ave solar hindu chamada "Cátedro", cujo canto se equipara ao da Fênix. Pousada no alto de uma árvore, sua musicalidade é tão alta e clara que se escuta do bosque inteiro. Na China antiga, foi inventado o "cheng", instrumento musical em forma de Fênix, na tentativa de reproduzir o canto da ave.
Seja como for, tais opiniões divergentes mostram o quando a lenda da ave Fênix estava difundida no mundo antigo, e que para os antigos não havia outro animal nem ave igual a Fênix. Essa mitologia, por sua vez, iria, de igual modo, influenciar tanto o imaginário judaico quanto o imaginário cristão.


A ave Fênix na mitologia hebraica
As Escrituras hebraicas fundamentam-se sob um arcabouço de um imaginário rico em mitologias pertencentes as mais diversas culturas do Oriente Próximo. (karen armstrong). Tais mitologias se tornam patentes nos primeiros capítulos de Gênesis, o primeiro livro da Tanakh: "Ora, a serpente era o mais astuto de todos os animais do campo, que o Senhor Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim?" (Gênesis 3.1).
Originalmente, tal serpente não era concebida como o "diabo", mas era, como o texto deixa bem claro, um "animal astuto" que Deus havia criado. Tal serpente era apenas uma entre as várias espécies de animais fantásticas que habitavam nesse mundo, na imaginação dos povos primitivos.
Entre os muitos animais fantásticos presentes nas páginas do Antigo Testamento, o Beemote:
"Contemplas agora o beemote, que eu fiz contigo, que come a erva como o boi. [...] O seu rabo levantado é duro como um galho de cedro [...] Ele é obra-prima dos caminhos de Deus [...] Só eu, o seu Criador, sou capaz de vencê-lo. (Jó 40.15,17,19).
Essa criatura fantástica por vezes é traduzida como hipopótamo. No entanto, de acordo com a descrição apresentada no texto, cabe-nos indagar: qual hipopótamo possui a cauda dura como o cedro? Qual hipopótamo é tão poderoso que só Deus é capaz de matá-lo? Até mesmo para os homens na época de Jó, era possível matar um hipopótamo.
Há também referência a "Sátiros" - Criaturas mitológias, metade homem, metade bode:
"Mas as feras do deserto repousarão ali, e as suas casas se encherão de horríveis animais; e ali habitarão os avestruzes, e os sátiros pularão ali" (Isaías 13.21).
E a serpentes voadoras (Basilisco):
"Não te alegres, tu, toda a Filístia, por estar quebrada a vara que te feria; porque da raiz da cobra sairá um basilisco, e o seu fruto será uma serpente ardente, voadora" (Isaías 14.29).
E ao "Tannîn", um monstro mitológico babibônico e ugarítico, muitas vezes traduzido para "dragão".
Entre tais seres mitológicos, mas de forma muito mais obscura, se encontra uma referência bíblica ao pássaro mitológico chamado "fênix". O livro de Jó 29.18, diz que:
"No meu ninho expirarei, multiplicarei os meus dias como a areia".
A palavra hebraica usada nesse texto para areia é hôwl (ou chol), que é escrita com um "het", um "vav" e um "lamed".
O significado dessa palavra é ambíguo. De acordo com o Dicionário de Grego e Hebraico Strong (disponível na internet), essa palavra tem como seu sentido ordinário a significação de "areia".
No entanto, o Dicionário Strong também afirma que existe uma variação dessa palavra, cujo sinal massorético no "vav" indica uma outra palavra, e afirma que existem cópias Babilônicas que trazem essa variação.
De acordo com algumas traduções bíblicas e com a tradição judaica, a palavra chol, em Jó 29.18 não deve ser traduzida como "areia", mas sim como "Fênix".
Desse modo, o livro de Jó estaria fazendo uma referência a ave mitológica que, segundo o imaginário da época, renascia de suas próprias cinzas.
Vamos analisar agora o significado dessa palavra de acordo com algumas traduções. A tradução dos padres da Bélgica é a seguinte: "Eu dizia: Morrerei em meu ninho, meus dias serão tão numerosos quanto os da fênix".
Verificando o mesmo versículo em outra tradução da Bíblia, a edição de 1917 da Sociedade Publicadora Judaica, encontramos seguinte redação: "Então eu disse: 'vou morrer com o meu ninho, e eu vou multiplicar meus dias como a Fênix'".
Já a Vulgata latina, traz uma tradução confusa: "Dicebam que in nidulo meo moriar et sicut palma multiplicabo dies" = "E eu disse: vou morrer no meu ninho, e como uma palmeira devo multiplicar meus dias".
O interessante é que em vários comentários judaicos e traduções realizadas por judeus trazem a palavra "Fênix" ao invés de "areia".
Um dos mais populares e influentes desses comentaristas judeus foi o judeu francês e estudioso exegeta e Rabino Shelomo Yitzhaki, ou Rashi, que viveu no século XI. Este estudioso judeu foi amplamente lido não só por judeus, mas também por cristãos hebraístas e comentaristas bíblicos.
Os comentários de Rashi sobre essa palavra foi o seguinte: "Esse texto faz referência a um pássaro cujo nome é Chol, e a morte não tem poder sobre ele, porque não experimentou do fruto da árvore do conhecimento. No final de mil anos renova-se, e retorna à sua juventude".
Em um dos Midrashim judaicos, o Bereshit, em Amã (19:5), encontramos o seguinte comentário ao Gênesis 3:6: "[Eva] deu ao gado, as feras e as aves o de comer [o fruto proibido da árvore do conhecimento]. Todos a obedeceram e comeram, todos exceto certo pássaro chamado Col, como está escrito: 'Então eu disse: vou morrer com o meu ninho, e eu vou multiplicar meus dias, como o Col [isto é, 'Phoenix']' (Jó 29.18)" .
No Talmude Babilônico, no tratado Sanhedrin (108), afirma que a ave que Sem, o filho mais velho de Noé, soltou foi a Fênix, apesar de usar a palavra "urshina" ao invés de Col (ou Chol).
Uma das explicações para que Jó 29.18 seja traduzido como Fênix ao invés de "areia" é o fato de que, analisando a estrutura do versículo em questão, se tratamos as duas metades do verso como paralelos, concluímos que a palavra "Ninho", na primeira parte do versículo é uma justaposição para a segunda parte. Desse modo, todo o versículo faz alusão ao pássaro, ao invés da primeira parte, que cita "ninho".
A ordem das duas partes do versículo sugere que a alusão a Fênix é a correta, sendo que, de uma forma não muito lógica, Jó primeiro fala de morrer, e depois, de multiplicar os seus dias. É evidente que muitos seres vivos não são capazes de morrer em seus ninhos e depois multiplicar os seus dias, mas de acordo com a antiga lenda, é exatamente o que podemos dizer da Fênix.
Outro interessante versículo paralelo, se encontra em Salmo 103:5: "Sua juventude se renova como a da águia" . Não é só um simbolismo do versículo. A menção a um pássaro que de certa forma pode voltar a sua juventude - mostra um surpreendente paralelo com Jó 29.10 e apóia o entendimento da tradicional judaico sobre esse texto.
Clemente I (30 -100), bispo de Roma, em sua Primeira Carta aos Coríntios[7] (c. 96 d.C.) usa um argumento curioso em defesa da ressurreição. Ela cita três "ocorrências naturais" para mostrar a razoabilidade da noção de ressurreição: o dia que segue a noite, a semente que cai ao chão e morre para renascer como uma planta, e a Fênix, pássaro árabe lendário, que morre e renasce de suas próprias cinzas a cada quinhentos anos:
Vamos considerar este maravilhoso sinal [semeion] [de ressurreição] que acontece nas terras orientais, isto é, na Arábia e países adjacentes. Há um certo pássaros que é chamado Fênix. Este é o único de sua espécie e vive quinhentos anos. E quando o tempo de sua dissolução mostra que sua morte está próxima, constrói por si só um ninho de olíbano, mirra e outras especiarias, no qual, quando é chegada a hora, entra e morre. Mas a medida que a carne se decompõe, um certo tipo de verme é produzido, que sendo alimentado pelos fluidos do pássaros morto, produz penas. Então, quando adquire força, ergue o ninho em que estão os ossos de seu pai e, carregando-os, vai da Arábia para o Egito, para a cidade chamada Heliópolis. E, num dia de céu limpo, voando à vista de todos os homens, deposita-os sobre o altar do sol, e feito isto, apressa-se em voltar à antiga residência. Os sacerdotes, então, inspecionam o registro das datas e descobrem que ele retornou exatamente o qüingentésimo ano ser completado.
Dito isto, o autor exclama: "É tão surpreendente que o Criador do universo ressuscite aqueles que o serviram em santidade e em certeza de boa fé, quando ele ilustra com um simples pássaro a grandeza de sua promessa"?
Clemente, ao comparar a ressurreição à lenda da Fênix, e fazendo da Fênix, o emblema de nossa ressurreição, usa um mito como "evidência" da ressurreição de Jesus.
Se Clemente escrevia para uma igreja cristã (a principal igreja cristã, já que se localizava no núcleo do Império Romano) e sua carta seria lida e repassada em todas igrejas. É óbvio que os cristãos daquela época acreditavam na Fênix, já que Clemente jamais iria colocar uma idéia pagã em sua carta que fosse constranger aos demais irmãos.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Driders


Driders são criaturas sedentas de sangue que se escondem nas profundezas da terra, em busca de presa de sangue quente de qualquer tipo. Esses seres estranhostêm a cabeça eo torso de um drow e pernas trhe e inferior do corpo de uma aranhagigante. Driders são criados pela deusa negra do drowLolth. Quando um elfo negroacima da média capacidade a deusa pode colocar ele ou ela através de um teste especialFalhas tornar dridersPorque eles não conseguiram testar a sua deusa,driders são párias de suas próprias comunidadesDrow e driders odeiamapaixonadamente. Driders falar Drow, comum, e Subterrâneo

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Senhor das Tumbas


Mas conhecido como Rei Esqueleto na tradução que prefiro termo o senhor da tumba um rei que tem poderes sobre todos homens que um dia lutaram por ideias bons e ruins, porem ele tem restrição peculiar que o faz ficar preso em seu templo subterrâneo aonde tem seus poderes absolutos, é como prisão se for ter olhar mais critico, mas esse recinto profano é também lugar que guarda muitos mistérios e perigos quase inimagináveis.


O Templo do Rei dos mortos 


Lugar de mistérios e desafios, outro lugar que atraem muitas classes de aventureiros e ladões desavisados sobre esse solo amaldiçoado, como encontrar esse lugar existem regras específicas que apenas mortos devem entrar nesse lugar, como apenas mortos sabem sua real localização correta já que também conhecida como refugio de almas desoladas em batalha ou vingativas, que nutridas por esses sentimentos são facilmente lideradas pelo senhor das tumbas. Mas como todo lugar existem diversos perigos do local que cada minuto estando ali, descobriremos diante das informações que te passarei. Antes de chegar ao templo de ossos, como é conhecido por classes de estudiosos, historiadores ou quem conheça sua lenda como; (Bardos, Bruxas, Druidas, Feiticeiros, Magos e Necromantes), tem fácil acesso sobre a lenda desse lugar, mas voltando ao assunto, é também conhecido como lugar sem cor aonde não existe noção de tempo ou realidade, pensamentos obscuros ou que nutra o medo são a maior fonte de ruína aos vivos que pisam o templo dos mortos.



segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

LENDA DO NIAN - ANO NOVO CHINES

Diz o mito que há milhares de anos atrás existia um monstro chamado Nian. As pessoas o temiam muito, pois era feroz e devorava tudo e todos que encontrava à sua frente. A sua fome era insaciável. Hibernava durante o ano inteiro nas profundezas da floresta e só saia de lá uma noite por ano para se alimentar. Era sempre uma noite de lua nova quando rastejava para as aldeias apavorando a população. Sabendo do fato de que Nian não gostava de vermelho, as pessoas pintavam as entradas de suas casas desta cor ou então penduravam panos em volta para afugentar o monstro. Faziam também grandes fogueiras nas quais jogavam varas de bambu para que explodissem e amedrontassem Nian. Assim as famílias ficavam de vigília esperandotemerosamente a noite passar na esperança de poder viver mais um ano em paz.
Criou-se assim o costume de celebrar o ano novo chinês!
A sua importância corresponde mais ou menos à do Natal no Ocidente. É uma festa mais íntima, quando toda a família se reúne e, em volta da mesa, com um delicioso banquete, comemoram a passagem de mais um ano.
No período que antecede esta data é imprescindível que se faxine e arrume a casa. É o momento de livrar-se de “tralhas” antigas abrindo espaço para entrar o novo. Também se limpam os altares, e as oferendas para os antepassados nesta época devem ser mais ricas do que o normal. Lembrando as portas pintadas da lenda, é também costume colocar duas ou três faixas vermelhas de papel emoldurando nas entradas de moradias e templos. Nelas vêm escritas mensagens ou poemas ligados à renovação e à esperança, como no caso do poema abaixo, O Diado Princípio. Um dos mais comuns destes assim chamados selos de proteção é o ideograma Primavera que as pessoas propositalmente colocam de cabeça para baixo, pois a pronúncia de “primavera invertida” tem o mesmo som de “a primavera chegou” (Chun dao le).
Os bambus na fogueira deram origem aos rojões. Os chineses adoram rojões. É uma forma que encontraram para simbolicamente afugentarem os “maus espíritos” e se protegerem. Soltam-nos não somente na noite de passagem do ano novo, mas também durante as próximas duas ou três semanas, a qualquer hora do dia ou da noite. É a época em que os estabelecimentos comerciais reinauguram as suas lojas após um curto período de férias. Muitas vezes, o dono doestabelecimento pede para um astrólogo calcular a hora mais favorável para reabrir o negócio, daí ouvirem-se rojões às quatro da madrugada ou então às onze da manhã, em plena calçada… É também época em que mais se realizam casamentos (com datas e horários também calculados pelo astrólogo).
No primeiro dia do ano todos exibem uma roupa nova no corpo, muitas vezes de cor vermelha. Visitam-se os parentes e amigos mais próximos como, conforme a lenda, faziam os seus antepassados para ver quem sobreviveu… Nesta ocasião as crianças recebem de todos os seus parentes um envelope vermelho contendo uma quantia (relativamente alta) de dinheiro. Os pais ensinam a seus filhos que este dinheiro deve ser poupado e só usado mais no futuro.
Talvez o monstro Nian nunca tenha existido, mas ainda nos nossos dias há muitos “monstros” por aí, interiores e exteriores… Enfrentar o que mais tememos para poder, após a batalha, viver em harmonia consigo próprio e com os outros é uma capacidade inata do ser humano. É tendocoragem e acreditando na sua força interior que a noite mais escura poderá, um dia, tornar-se uma imensa luz…
) Em chinês, a palavra “ano” é “nian” e a palavra “ano novo” é “guo nian” (passagem doNian). Noite da lua nova mais próxima ao dia em que o sol passa pelo décimo quinto grau de Aquário, método usado até hoje para calcular o dia do ano novo chinês. É muito comum na China ter um altar em casa. É costume na China, em vez de presentes, oferecer um envelope vermelho com dinheiro. Só em casos de falecimento são oferecidos aos familiares envelopes brancos.

O Mito do Natal

Onde nasceu Jesus?
Jesus não teria nascido numa gruta, rodeado pelo boi e o burro, mas sim no deserto, embaixo de uma palmeira. E Maria estaria completamente só na hora do parto. Além disso, o nascimento teria sido em março ou abril, e não em dezembro. Este artigo estuda as mais diferentes versões a respeito do nascimento de Cristo. Analisa ainda as influências mitológicas nos Evangelhos. Aqui estão ainda o mito e a realidade, o sentido cósmico e o espiritual do Natal.
O Natal é uma festa cristã que envolve problemas históricos insolúveis. Sabe-se hoje, com certeza absoluta, graças à pesquisa, que Jesus não nasceu no dia 25 de dezembro, nem no ano indicado como o início da era cristã. Não obstante, a tradição religiosa consagrou a data escolhida para a celebração natalina. Por outro lado, há um fundamento mitológico para essa escolha, que de certa maneira supre a falta dos elementos históricos.
A Mitologia é a mãe da História. Antes que os homens inventassem a medida do tempo e começassem a contar a passagem das luas e dos sóis, o passado se perdia no mundo das lendas. Jesus nasceu na fase de transição entre a Mitologia e a História. E foi a partir do seu nascimento que a História se definiu.
Mas a Mitologia manteve os seus direitos sobre o seu nascimento, conservando-o nas névoas do mito.
As investigações históricas provaram, posteriormente, a existência real do homem Jesus. Mas o Menino Jesus foi retido nos domínios do mito, como uma espécie de refém divino envolto em poesia.
Renan, que é o pai de toda a investigação moderna sobre Jesus e o cristianismo, começa sua Vida de Jesus contestando o lugar de seu nascimento. Afirma sem rebuços: "Jesus nasceu em Nazaré, pequena cidade da Galiléia, que antes desse nascimento não tinha nenhuma celebridade". E demonstra com dados históricos que o recenseamento de Quirino, citado nos Evangelhos de Lucas e Mateus, foi pelo menos dez anos posterior ao nascimento de Jesus. Belém era a cidade de Davi e Jesus devia nascer ali, segundo as profecias. Renan comenta: "Para fazê-lo nascer em Belém foi necessário recorrer a uma manobra bastante embaraçosa".
Charles Guignebert, professor de História do Cristianismo, na Sorbonne, e o mais penetrante investigador dos últimos tempos, reafirma em nossos dias a tese de Renan, comentando: "Na realidade, supõe-se primeiro, e depois se obtém a certeza de que o redator pôs todo o empenho em encontrar um meio de fazer José e Maria irem a Belém, porque desejava que Jesus nascesse ali". Mas Guignebert justifica essa manobra, levando em consideração as condições culturais da época e a mentalidade mitológica dominante. 
O mito solar
A Mitologia nasce das águas da cultura primitiva, do folclore, como Afrodite nasceu das águas do mar. As lendas e as crenças dos povos selvagens se aprimoram e se racionalizam na estruturação mitológica da realidade. É a garra da razão apropriando-se do real. O que podemos chamar mentalidade mitológica difere tanto do nosso racionalismo quanto este difere do intuicionismo que já desponta em nossa era.
Na mentalidade mitológica a imagem do mundo é feita de símbolos anímicos. A alma do homem se transfere às coisas e lhes dá uma vida factícia que se transforma em ilusão vivente. Por isso, quando Mateus e Marcos localizam erroneamente o censo de Quirino em seus Evangelhos, não o fazem com segunda intenção, mas obedecendo às regras do raciocínio mítico. O rigor cronológico não existe nesse raciocínio, que segue naturalmente as leis da fisiologia do mito, segundo a teoria de Huntersteiner. Nascido na era mitológica, o cristianismo tinha por destino romper a casca do ovo e implantar a era da razão. Mas teve primeiro de se enlear nas membranas do mito. A carga mitológica da Bíblia, das velhas escrituras judaicas, quase sufocou o Novo Testamento. Por isso os mitólogos insistem, até hoje, em considerar o cristianismo como simples episódio mítico derivado diretamente do mito solar. Só a investigação histórica conseguiu, a duras penas, refutar a nova mitologia dos mitólogos modernos.
A concepção mitológica do Natal é um primor de imaginação. Na Europa e na Ásia o inverno rigoroso parece extinguir a vida. Os campos morrem sob a neve. Mas nos últimos dias a constelação da Virgem começa a aparecer no céu. De repente, ela dá nascimento ao Sol, que faz ressuscitar a vida e traz em seus raios a promessa da volta das colheitas. É o messias que nasce da virgem para salvar o mundo.
Jesus nasceu no Oriente porque é lá que nasce o Sol. Sua mãe era virgem antes do parto e continuou depois do parto, porque a Virgem celeste não se altera com o nascimento do Sol. Assim como o Sol nasce cercado pela esperança dos pastores e dos animais, assim nasceu Jesus. Mais tarde o Cristo sairá a semear para que as plantações renasçam. E da mesma maneira que o Sol é cercado pelos 12 signos do zodíaco, ele andará acompanhado pelos 12 apóstolos. E a sua morte, como a de Osiris, o deus egípcio, será o sangrento desaparecer do Sol, crucificado e coroado de espinhos, no último crepúsculo do outono.
Em 1794 já Dupuis lançava na França o seu livro Origines de tous les Cultes, em que apresentava Jesus como um mito solar. Mais tarde a sente germinou com intensidade na França e na Alemanha. Quando em 1924 Couchoud publicou em Paris “Le Mystère de Jesus”, restabelecendo o mito, procurou entretanto evitar os exageros de Dupuis, que haviam provocado de Perez uma réplica espirituosa, na qual demonstrava que Napoleão, com seus 12 generais, podia também ser interpretado como mito solar.
Na Alemanha, Arthur Drews, professor de filosofia em Carlsrhue, provocou com o seu livro “O Mito de Jesus”, lançado em 1911, um tumulto cultural, que se reavivou em 1924, com a nova edição aumentada e atualizada do livro. Guignebert e os historicistas em geral consideram essa interpretação mitológica como bastante engenhosa. Não obstante, reconhecem a influência mitológica na redação dos Evangelhos e na elaboração dogmática da fé cristã. 
O mito do Natal
O Natal tradicional, tirado dos relatos dos Evangelhos Sinóticos, é inegavelmente mitológico. Por isso mesmo está revestido de intensa poesia e desperta naturalmente nossas mais profundas emoções. Na era mitológica, em que essa lenda foi divulgada, seu papel tornou-se fundamental para a vitória do cristianismo. Ela se constitui de uma constelação de elementos míticos derivados de duas culturas em fusão: a judaica e a grega. Numa e noutra os arquétipos coletivos de Jung aparecem como a seiva que vem das profundezas do espírito. Suas raízes se perdem no imemorial e nos transmitem o magnetismo de um passado mágico, de veios remotos de forças ancestrais procedentes de estratificações emotivas sumerianas egípcias e babilônicas.
O primeiro elemento mítico do Natal tradicional é o nascimento virginal de Jesus. Ligado aos tempos primitivos e às primeiras civilizações agrárias, o nascimento virginal não provém apenas do mito solar, mas também das práticas mágicas de fecundação, que marcaram os tempos mais remotos e impregnaram poderosamente toda a civilização judia. Como o demonstra Saint Yves, em “As Virgens Mães e os Nascimentos Miraculosos”, essas práticas mágicas livravam as virgens da vergonha da esterilidade. A Bíblia está cheia de relatos de casos desesperados em que jovens e mulheres estéreis recorriam a todos os expedientes possíveis para se fazerem mães.
O segundo elemento mítico do Natal é o nascimento de Jesus em Belém da Judéia e pertence à mitologia hebraica. O messias devia ser judeu e descender da linhagem de Davi, como já vimos. A Galiléia era então chamada Galiléia dos Gentios, pequena e desprezível província infestada pelos goyn, ou seja, pelos estrangeiros impuros. O tabu da pureza racial e o mito solar em sua forma messiânica estão presentes nessa lenda. O terceiro elemento mítico é a gruta em que Jesus nasceu, num estábulo de inverno, cercado pelos animais. Este elemento tem pelo menos uma conotação real importante, pois os estábulos de inverno eram comuns na Palestina. Mas qual o mito que não se enraíza em dados reais? O quarto e o quinto elementos são os anjos cantando no horizonte a anunciação aos pastores e a estrela que orienta os Reis Magos através do deserto. Ambos derivam das fábulas mais antigas de toda a Ásia. O sexto e último elemento é a matança dos inocentes por ordem de Herodes, o Grande, marcando com a magia do sangue o início de uma vida que devia findar-se com o resgate dos pecadores através do sangue derramado na cruz.
Todos esses aspectos mitológicos não invalidam o fato real do nascimento de Jesus, pois as provas históricas da sua existência como homem e da sua influência na transformação do mundo são hoje inegáveis. Mas transferem o nascimento de Jesus do plano histórico para o mitológico.
Os pesquisadores históricos não dispõem de elementos para sequer esboçar um quadro do nascimento real de Jesus, em Nazaré. Mas Guignebert toma uma passagem de Paulo, em sua carta aos Gálatas (4,4), para mostrar que o nascimento de Jesus era considerado natural pelo apóstolo dos gentios. Diz essa passagem: "Quando os tempos se cumpriram, Deus-enviou seu filho, nascido de uma mulher, nascido sob a lei, a fim de que ele resgatasse todos os que estavam sob a lei". 
Renan já assinalara que o nascimento de Jesus em Nazaré ocorrera naturalmente na casa humilde de uma família pobre. Nesses casos a criança nascia, em geral, segundo as informações sobre os usos e costumes da época, sem complicações. Os partos eram fáceis e considerados como motivo de grande alegria, pois Deus abençoava o lar com a fecundidade da mulher. Na maioria das vezes não era necessário o concurso de uma parteira, pois a própria mãe sabia, por instinto e por aprendizado doméstico, como fazer em tais ocasiões. Jesus era o primeiro filho do carpinteiro José e de sua esposa Maria, segundo a tradição, bem mais moça que ele. As alegrias de um lar humilde estão bem distantes do esplendor meteórico do nascimento na gruta de Belém, onde a pobreza da gruta contrastava com a riqueza das manifestações angélicas no horizonte e da estrela que viera pairar sobre o local.
Para a mentalidade mitológica da época esse nascimento obscuro não corresponderia à encarnação do Verbo, do messias salvador do mundo. Mas, para a mentalidade histórica e positiva do nosso tempo, há mais grandeza nessa simplicidade do que nas descrições mirabolantes dos Evangelhos. A simplicidade da vida de Jesus, segundo os próprios relatos evangélicos, se torna mais coerente com esse nascimento obscuro. Há também maior coerência entre esse nascimento e a morte do messias rejeitado, no Monte das Caveiras, entre dois condenados comuns.
O Natal histórico de Jesus, tão desprovido de aparatos, concorda melhor com a sua pregação de desapego aos valores terrenos E há mais beleza nesse menino humilde, que nasce para conduzir os homens a Deus, do que no menino mitológico levado a nascer na cidade de Davi, para assim se beneficiar com a falsa grandeza de um rei terreno, introduzindo-se à forma na sua genealogia, na verdade pouco recomendável ante os preceitos cristãos.
Toda a poesia lendária do nascimento mitológico se apaga diante dessa humilde poesia de Nazaré. Em que dia se deu esse nascimento? A Igreja, depois de instituída, vacilou na escolha. Tentou fixá-lo em janeiro, depois em abril, mas por fim teve de optar pelo dia 25 de dezembro, consagrado, através dos séculos, ao mito solar. Os relatos mitológicos ajustavam-se bem a esse dia, como vimos, embora deformando a figura real de Jesus.

O Natal islâmico
A religião islâmica nasceu do judaísmo e do cristianismo. Maomé considerava o islã como a religião superior e universal. O próprio Deus fala no Corão, que é a Bíblia do islamismo, através do anjo Gabriel, que ditou mediunicamente o livro ao profeta analfabeto. O Natal de Jesus reveste-se, no Corão, de aspectos inteiramente novos. Mas os maometanos não o celebram.
Vejamos o texto corânico a respeito:
Louva a Maria no Corão, celebre também a sua família e o dia em que se afastou dela para o Oriente. Tomou às ocultas um véu para cobrir-se e lhe enviamos o anjo Gabriel, nosso espírito, encarnado num homem.
Ao vê-lo, não o conhecendo, Maria exclamou - A misericórdia é o meu refúgio. Se temes a Deus . . .
O anjo lhe disse - Sou o enviado do teu Deus e venho anunciar-te um filho bendito.
- De onde me virá esse filho - retrucou a virgem - pois nenhum mortal se aproximou de mim e desconheço o vício.
- Não obstante, o filho virá - replicou o anjo - pois a palavra do Altíssimo assegurou o milagre, que não é difícil. Teu filho será um prodígio e a felicidade do universo. Esta é a ordem do céu.
Maria foi fecundada e retirou-se para um lugar afastado. As dores do parto a surpreenderam junto a uma palmeira e ela exclamou -Deus quis que eu morra esquecida e abandonada dos homens, antes de conceber.
O anjo lhe disse - Não te aflijas, Deus fez correr um arroio aqui perto de ti. Sacode a palmeira e cairão frutos maduros. Come, bebe, enxuga o pranto e se alguém te interrogar, responde - Fiz um voto ao Misericordioso e hoje não posso falar a nenhum homem.
Maria regressou ao seio da família levando Jesus nos braços. E lhe disseram: "Maria, aconteceu-te uma estranha aventura! Irmã de Aarão, vosso pai era justo e vossa mãe era virtuosa!"
A essa repreensão ela fez um sinal para que falassem à criança, mas lhe perguntaram: "Falaremos a uma criança de peito?" O menino respondeu: "Sou o servidor de Deus. Ele me deu o Evangelho e me nomeou seu profeta. Sua bênção me seguirá per toda parte".
A todas essas formas do Natal se sobrepõe o Natal espiritual, o significado milenar do dia 25 de dezembro, impregnado pelas vibrações de adoração ao messias, que vêm das profundezas do tempo, do seio das civilizações desaparecidas. A substância do Natal é a presença do Cristo no coração e na mente do homem, desde que ele existe na Terra.
Essa a conclusão a que chegaram todos os grandes pesquisadores da história do cristianismo, desde Renan até Guigneliert, passando por Harnack, Loisy, Goguel, Murphi e tantos outros, nos grandes centros universitários do mundo. Há o Natal formal das igrejas, mas há também o Natal dos corações.

Postado por Herculano Pires em: Mas Que Elas Existem... 

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Magos

Magos são uma das classes mais populares para personagens, e por bons motivos. Graças a sua grande gama de magias, eles são um dos poucos personagens mais versáteis e poderosos do jogo.

Os Prós e Contras do Mago

O mago é a usina de energia mágica do grupo. Ele pode aumentar as capacidades de combate do grupo, ajudar a seus companheiros a ver o perigo adiante e jogar uma bateria de assaltos mágicos nos inimigos. Dependendo se o mago é um especialista ou não, ele tem acesso a quase todo o tipo de magia arcana existente.

Características de mago

Quando você decide interpretar um mago, você ganha acesso a uma grande gama de magias poderosas, mas o mago também alguns recursos escondidos também. Abaixo estão listadas diversas características que você deve considerar ao interpretar um mago.

Muitos pontos de Perícia: Não deixe ser enganado pelo fato de um mago receber apenas dois pontos de perícia por nível de personagem. Um mago precisa ter um alto valor de Inteligência pois esta habilidade governa sua capacidade de conjurar magias. Porém um alto valor de inteligência também lhe proporciona um aumento no número de perícias disponíveis.

Bom teste de Vontade: Um mago usa a progressão de Teste de Resistência mais alta do jogo para seus testes de Vontade. Esta força mental natural o ajuda a resistir a maioria dos efeitos que enganariam sua percepção ou atacariam seu espírito, incluindo ilusões, compulsões, efeitos de medo e mesmo magias do tipo infligir.

Ótima seleção de Magias: A lista de magias do mago tem profundidade e dimensões sem igual, e todas as magias da lista estão virtualmente disponíveis para o mago. Com a magia certa, um mago pode matar oponentes, transportar-se e aos seus amigos para a segurança, descobrir verdades ocultas, impor barreiras intransponíveis ou mesmo criar itens úteis do nada.

Talentos bônus: Escrever Pergaminho, que o mago recebe como um talento bônus no primeiro nível, proporciona a oportunidade de levar magias extras em qualquer viajem. O mago também pode escolher talentos extras da lista de talentos metamágicos ou de criação de itens em níveis superiores.

Familiar: Gastando um pouco de dinheiro, um mago pode receber um familiar que serve como espião, batedor ou um assistente em geral.

Especialização em escola: Um mago pode adquirir mais capacidade de conjuração se abdicar o acesso a uma parte da lista de magias. Este tipo de especialização também pode servir como um ótimo gancho para a interpretação, principalmente se o mago selecionar uma escola de especialização que combine com seu temperamento ou sua história.

Fraquezas do Mago

Magos pagam um preço bastante alto por suas capacidades de conjurar magias. Aqui estão algumas destas desvantagens que você deve sempre ter em mente se considera interpretar um mago.

Poucos Pontos de Vida: O dado de 4 faces que um mago recebe como dado de vida lhe concedem muito poucos pontos de vida.

Baixa Classe de Armadura: Devido ao fato de o mago não ser treinado no uso de armaduras ou escudos, ele geralmente tem uma Classe de Armadura baixa. A combinação de poucos pontos de vida e baixa classe de armadura fazem o mago ser muito vulnerável em combates físicos. Ele pode dispor de itens mágicos e magias diversas que melhorem sua defesa, mas ao fazer isso ele abre mão de outras magias que poderiam servir a outros propósitos.

Pobre Bônus de Ataque: O Bônus Base de Ataque do mago é de +1 para cada dois níveis de mago, o que é o pior de todo o jogo. Magos podem infligir grandes quantidades de dano com suas magias, mas não são bons com armas.

Baixos testes de Reflexos e Fortitude: Magos utilizam as piores progressões para os testes de Reflexos e Fortitude no jogo. Portanto, são muito frágeis ao tentar evitar ataques ou outros riscos físicos

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Divindades de Zaryon - Staryumwn e Celestiais


Única divindade que vem da era antes mesmo dos deuses nascerem pela vontade de Papyrowmn descrevendo o destino que apenas Staryumwn poderia preparar a morada para filhos deuses após ultimo ato antes da deusa imaculada ser adormecida e desaparecer em seus sonhos mais obscuros em seu ultimo pedido Staryumwn seria o guia até nascimento do ultimo sopro de Papyrowmn, mas ele tinha mais três irmão que deveriam fazer o templo do jardim divinos conhecido como morada Celestial. Mas antes de começar a dizer mais detalhes de seu destino antes de seu nascimento, quando as estralas começaram a despertar sua mãe divina escolheu quatro estrelas das quais ela tivesse mais afeição de desperta-la para seu real propósito de existência sobre molde do calor mais intenso conhecido como fogo divino assim moldado pelo significado da sabedoria foi glorificado e batizado como Staryumwn significado na linguagem antiga dos deuses " A estrela que guia nas sombras, sendo senhor da dádiva suprema da sabedoria que nem mesmo muitos deuses ateriam e nenhum ser vivo seria capaz de compreensão de sabedoria proibida.
Seu papel é muito importante quando aprende com seus três irmão o controle sobre seus elementos para criar seus descendentes diretos que deveriam passar pelo teste antes do apogeu de se tornarem para o que são de sua própria natureza superior assim nasceram os Cellesttys filhos direto de Staryumwn pela essência moldados primeiros doze e mais poderosos que as demais gerações seriam. Assim nascendo doze filhos com seus dons diferenciados.
Para a cada era era nascerem alguns descendentes dessas familias reais esculpido pelas mão e banhado do seu próprio sangue sendo feito apenas a primeira geração que as demais deveriam esculpir as próximas pela própria vontade e necessidade. Maiores informações serão descrita em breve.


O segundo escolhido teria poder e força divina para destruir qualquer inimigo sendo glorificado pelo punho da fúria divina assim foi batizado pela mãe como Mykaelly que significa " O punho invencível entre todos campeões", é braço esquerdo de Papyrowmn que ficou na procura de sua mãe depois de seu desaparecimento súbito, mas antes disso com sua próprias mão ergueu os murros entre todos as construção dos palácios sozinho com ajuda de Staryumwn para construção de cada peça em seu lugar assim sendo mais amigo de seu irmão da sabedoria e seu elemento chave é a terra sendo conhecido entre Celesttys com Celestial dos Confrontos ou das Batalhas divinas.

O terceiro é Celestial sendo o mais rápido sendo considerado o mensageiro que entregava as palavras de Papryrowmn ao senhor das trevas para criar e manter o equilíbrio entre luz e as trevas. Mas sempre com palavra contrária vindo das sombras até que trouxe mensagem da guerra entre dois mundos que não teve tempo descrito nem mesmo antes do nascimento do tempo. Teve destino de ensinar as regras divinas como todo as palavras descrita mãe para próximos filhos do destino do nascimento do mundo como deveriam conduzir seus próximos filhos para criar e moldar a semelhança da vida e seu equilíbrio. Assim lutou com seus três irmãos para proteger a morada enquiatno era estava sendo criada pela divina matriarca. Assim após inúmeros desafios incompreendidos vencidos por nenhum outros seres quando a matriarca não foi encontrado após termino da guerra procurou durante eras porem foi guiado pela sabedoria Staryumwn para procurar o destino que era reservado para nascimento do universo. Nas profecias do nascimento é Zykaelly que significa "O descreve as palavras", achou filhos Supremacia e Grande Pai trazendo o nascimento do universo.


Depois do nascimento do solo sagrado e feito as muralhas esse Celestial foi designado em dar vida pelas lágrimas que somente esse guardião trazia pela eternidade dando vida em solo ainda infertil porem não imaculado pela alegria da mãe que teriam se silenciado no vazio das sombras. E ser ultimo a ensinar a dádiva do nascimento da vida e significado da eternidade aos deuses que deveriam ensinar de herdeiros para sua gerações para que existência unir com equilíbrio da entre vida e a morte que é apenas segunda e ultima lição do real propósito. Durante eras foi dando vida criando gramado vivido que poderias mostrar aonde estava o despertar dos Deuses Alpha e Omega, assim que Zykaelly consegue encontrar e trazer na presença de Abykael leva a fonte da eternidade para abençoar o nascimento e terem proteção divina pelas aguas sagradas cristalinas que trazem a proteção suprema sobre a dor, medo, fome ou a morte que nenhum deus sabe ter essas fraquezas mesmo entendendo seus propósitos para todas etnias que já eram descritas mesmo antes do nascimentos dos deuses que conduziria o caminho da luz. O significado de Abykael quer dizer " Pureza eterna da vida".

Antes e depois do nascimento de Alpha e Omega

Mesmo sendo sua existência antes do tempo, vida ou morte nenhum desses valores tendo significado de fraqueza para eles sendo filhos diretos de Papyrowmn, mesmo fazendo sua que parecia insignificante para os próprios Celestiais sua parte fosse apenas para continuar seu trabalho era amor de sua matriarca que os mantinha na disciplina como guia para nascimento todos sabiam que jamais seriam lembrados e até mesmo esquecidos após suas incumbências feitas seriam deixados como guardiães apenas de sua própria existência quando suas gerações menores fosse proclamadas para uma nova guerra contra as sombras assim cada Celestial Supremo foi para vazio do esquecimento cada pelo seu motivo que seria incógnita até mesmo para eternidade. Tendo ensinado os deveres do equilíbrio Alpha e Omega conduziram com poucas divindades para manter a palavra da matriarca. Até que sua verdadeira luz divina os guiassem de volta da morada para jamais para reencontrar novo significado de jamais voltarem ao esquecimento.


Dragon Lich

A criatura mais temida e poderosa do abismo e no mundo dos mortos é conhecido como dragão rei dos mortos ou Dragão Lich, poderoso e muito temido, fica sempre adormecido em lagos de almas ou abismos sem fim para não ser perturbado já que quando despertado a primeira coisa que sente é fome e coitado de tudo e todos que estejam próximo dessa criatura que desperta. Algumas lendas entre seres das trevas atribui o nascimento do dragão lich no foço das almas dos dragões negros que desejavam imortalidade e nitridos pelo ódio e rancor eles se tornam um, outro fato interessante é que dragão lich pode ter entre apenas uma cabeça ou até três. São essência mais obscura dos desejos dos dragões obscuros sobre vontade de genocídio de toda vida existente no mundo que conhecemos ou outros que somente ele pode ver através de sua vontade. Os dragão Lich também são muito procurado por lich ou necromantes para conquista de poder e conhecimento pelo tipo de rituais profanos que poucos conhecem e poucos temem até mesmo sua simples aparição através do ritual de invocação.

No mundo do rpg ele é pouco usado já que sua presença não é aceita no mundo dos vivos durante a luz do dia que o dissolveria em questão de pouco tempo, mas ele capaz de trazer um eclipse ou até mesmo criar um recanto que a luz do sol jamais toque novamente a luz do sol assim permitindo que ele toque esse solo profano e amaldiçoado até no fim dos tempos.

Imperadores do inferno

Como todo lugar ou região tem sempre um chefão, mandante o que poem pouco de ordem na bagunça feita pelos capangas ou hordas, entre reinos infernais não é diferente mesmo com mitos de ser lugar em brasa e tortura de infinita penitencias pelo seus pecados em vida existe alguém que seja superior entre as hordas ou serviçais assim é trabalho de Demônio Imperador que tem muito exemplos como Lúcifer, Bahamut, Malebolgia entre outros.
Pela historia ou mitos e lengas sendo de origens orientais ou ocidentais muitos senhores do escuros ou foram grandes criações divinas corrompidas pelo desejo de tentar ser superior ao seu criador ou domínio sobre mundo dos homens, mas entre alguns sua origem é mistério porem sua natureza é igual ao maioria conquistar e destruir. Por isso cada um deles tem seu refugio que possa ter total amplitude de poderes como suas hordas que protegem seu império que frequentemente é invadido para conquista ou espiões de senhores menores ou maiores de poderes.

Em seus domínios seus poderes são plenos contra invasores e inimigos de mesma ou menor grandeza de poder, aonde ficam lugares secretos que esconda sua riquezas terrenas, joias magicas raras, livros com conhecimentos de variável conhecimento, lugares secretos, armadilhas e muitos outros detalhes sombrios e sórdidos. Cercados pelas suas legiões e hordas, monstros e abominações sobre seu comando, sem questionar seguindo até fim de seu senhor das trevas.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Amazona Guerreira

Esta é classe mais comum que são para fazer pequenas tropas quando sua rainha manda matar invasores em seus templos ou em seu território. São muito temidas por causa de sua fúria e poder em batalha que apenas uma guerreia veterana consegue ganhar de cinco homens que vale por dez goblins ou sete Orcs, jamais deixam uma companheira para trás mesmo que tenha que morrer ou ter que ficar pra proteger o corpo de sua irmã.